Dor que Transforma
Toda dor pode encontrar um propósito. A minha se transformou em luta — por crianças protegidas, mulheres ouvidas e uma Justiça mais humana.
“Às vezes, a vida muda em um único instante — e revela uma força que ainda não conhecíamos.”
Uma história que começou com a luta de uma mãe e hoje se transforma em uma missão pela proteção das crianças, pela defesa das mulheres e por uma Justiça mais humana.
De uma luta pessoal a uma causa coletiva
Há mais de três anos, fui separada das minhas filhas e comecei a enfrentar a maior batalha da minha vida.
Nesse caminho, conheci a dor de uma mãe que luta para ser ouvida. Conheci o medo, a impotência, a espera e situações que considero profundamente injustas.
Também descobri uma força que eu ainda não conhecia. Enquanto lutava pelas minhas filhas, outras mulheres começaram a chegar até mim.
Foi quando compreendi que a minha história havia se tornado parte de algo muito maior:
Ao longo dessa caminhada, participei de debates públicos, conversei com autoridades e contribuí para discussões sobre a proteção das mulheres, das crianças e a aplicação da Convenção da Haia.
DA DOR AO PROPÓSITO
“Minha dor encontrou um propósito.”
Quatro frentes de atuação
Minha história me aproximou de milhares de mulheres, mães e famílias que também procuram proteção, acolhimento e respostas. É por elas que essa caminhada continua.
Proteção das crianças
Fortalecer mecanismos capazes de prevenir a violência e proteger crianças em situações de vulnerabilidade.
Defesa das mulheres
Criar caminhos para que mulheres possam procurar ajuda, denunciar situações de violência e encontrar proteção.
Justiça mais humana
Trabalhar para que mulheres, crianças e famílias sejam verdadeiramente ouvidas e acolhidas.
Proteção em conflitos internacionais
Aprimorar a aplicação da Convenção da Haia no Brasil, em casos com alegações de violência e risco às crianças.
Da experiência à representação
Foi ao longo dessa caminhada que compreendi que poderia fazer mais. A política surgiu como um caminho para transformar experiência em representação, histórias em debate público e causas em mudanças capazes de alcançar milhares de pessoas.
“Eu escolhi transformar a minha dor em serviço.”
Momentos dessa caminhada



Aponhar
Se você acredita na proteção das crianças, na defesa das mulheres e em uma Justiça mais humana, faça parte desse movimento.